Vale a pena entrar no mercado de TI em 2025?

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Com o avanço constante da tecnologia e as mudanças que os últimos anos trouxeram ao mundo do trabalho, muita gente se pergunta: ainda vale a pena investir em uma carreira em Tecnologia da Informação em 2025? Este artigo é o ponto de partida para uma reflexão profunda sobre o momento atual do setor, suas oportunidades reais e os desafios enfrentados por quem deseja ingressar nessa área.

Mais do que repetir promessas vazias de altos salários e crescimento instantâneo, nosso objetivo é apresentar um panorama honesto, baseado em dados recentes e experiências vividas por quem acompanha de perto o mercado. Se você está considerando seguir por esse caminho — ou conhece alguém que esteja — siga com a leitura e descubra por que a TI continua sendo uma das áreas mais promissoras, mesmo exigindo esforço, dedicação e muita curiosidade.

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Mercado de TI na prática

Antes de decidir se vale a pena entrar nesse setor, é importante entender o que realmente compõe o chamado “mercado de TI”. Muita gente pensa que trabalhar com tecnologia é, basicamente, programar — mas a verdade é que esse universo é muito mais amplo e diverso.

O mercado de Tecnologia da Informação envolve todas as atividades relacionadas ao uso de computadores, redes, sistemas e dados para resolver problemas e criar soluções. Isso inclui áreas como:

  • Desenvolvimento de software: criação de sites, aplicativos, sistemas corporativos.
  • Infraestrutura e redes: garantir que servidores, computadores e conexões funcionem de forma segura e estável.
  • Segurança da informação: proteger sistemas contra ataques e vazamentos de dados.
  • Análise de dados: transformar grandes volumes de informação em conhecimento estratégico.
  • Gestão de projetos e produtos de tecnologia: coordenar equipes e entregar soluções alinhadas ao que o negócio precisa.

Além disso, cargos de apoio como UX/UI design, suporte técnico e até funções ligadas à inovação e à inteligência artificial fazem parte desse ecossistema.

Ou seja: o mercado de TI é vasto, e há espaço para diferentes perfis — técnicos, criativos, analíticos e comunicativos. A chave está em descobrir onde suas habilidades se encaixam melhor dentro dessa engrenagem.

Oportunidades reais

Se tem um setor que segue crescendo mesmo diante das crises, é o de tecnologia. A demanda por profissionais de TI não para de aumentar — e os números comprovam isso.

Segundo a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o Brasil vai precisar de cerca de 797 mil novos profissionais de TI até 2025. No entanto, o país forma apenas cerca de 53 mil por ano, criando um grande déficit de mão de obra qualificada.

Esse cenário representa uma excelente oportunidade para quem quer entrar agora nesse mercado. Empresas de todos os tamanhos — desde startups até grandes corporações — estão disputando talentos, muitas vezes oferecendo salários atrativos, flexibilidade de trabalho (incluindo home office), benefícios diferenciados e, em alguns casos, até contratando profissionais ainda em formação.

Além disso, com o crescimento da transformação digital e o avanço de áreas como inteligência artificial, big data e segurança da informação, novas funções têm surgido constantemente, o que torna o setor ainda mais dinâmico e promissor.

O mercado de TI não é só um dos que mais crescem — ele também é um dos que mais precisam de gente. E isso abre portas reais para quem está disposto a aprender e se desenvolver.

Primeiros passos para entrar na área de tecnologia

Você não precisa ter faculdade nem saber programar para começar na tecnologia. A verdade é que existem várias portas de entrada, inclusive para quem está mudando de carreira ou começando do zero.

O primeiro passo é entender que a área de TI é muito mais ampla do que só programação. Existem funções como:

  • Suporte técnico
  • Análise de dados
  • UX/UI design (experiência e interface do usuário)
  • Gestão de projetos
  • Testes de software (QA)
  • Infraestrutura e redes
  • Entre outras

O ideal é começar explorando as áreas para ver com qual você mais se identifica. Hoje existem cursos gratuitos e introdutórios em plataformas como YouTube, Fundação Bradesco, Senai, Alura Start e diversas iniciativas sociais focadas em tecnologia.

Depois que você escolhe uma área, o caminho é aprofundar os estudos com cursos mais específicos e, sempre que possível, praticar com projetos reais — mesmo que sejam pessoais ou voluntários. Isso já conta como experiência.

E lembre-se: você não precisa esperar estar “pronto” para começar. Muita gente começa em vagas júnior, de estágio ou trainee enquanto ainda está aprendendo. O mais importante é dar o primeiro passo e seguir evoluindo.

Como se destacar no processo seletivo

Muita gente acha que precisa de um currículo cheio de cursos ou experiência para conseguir uma vaga na tecnologia, mas o que realmente chama atenção dos recrutadores é outra coisa: atitude, organização e vontade de aprender.

Alguns pontos que fazem a diferença:

  • Mostre que você pratica o que aprende. Mesmo projetos simples — como um site que você criou, uma análise de dados que fez no Excel, ou um app que tentou desenvolver — contam muito. Se possível, publique no GitHub ou no LinkedIn.
  • Tenha um currículo claro e direto. Evite colocar dezenas de cursos, foque nos mais relevantes para a vaga. Se ainda não tem experiência profissional, destaque projetos pessoais, freelas ou qualquer iniciativa prática.
  • Prepare-se para falar de você. No processo seletivo, vão querer saber como você aprende, como lida com problemas e se consegue trabalhar em equipe. Ser sincero e mostrar disposição já coloca você à frente de muita gente.
  • Seja proativo. Mande mensagem no LinkedIn, comente posts de profissionais da área, participe de eventos online. Isso te dá visibilidade e pode gerar oportunidades inesperadas.

Lembre-se: você não precisa ser o mais técnico da sala, mas quem mostra interesse de verdade e corre atrás acaba sendo escolhido.

Cursos de tecnologia

A Estácio oferece uma ampla variedade de cursos voltados para tecnologia e inovação, contemplando tanto tecnólogos de curta duração quanto bacharelados mais extensos. Essa diversidade permite que o aluno escolha o caminho que melhor se adapta ao seu tempo e objetivo profissional.

A instituição investe fortemente em infraestrutura tecnológica, com laboratórios modernos, bibliotecas digitais e plataformas de ensino adaptadas ao modelo EAD, semipresencial ou presencial. Isso garante flexibilidade de aprendizagem aliada a uma base prática e atualizada, essencial para áreas tão dinâmicas quanto as da tecnologia da informação.

CursoTipoDuração AproximadaModalidades Disponíveis
Análise e Desenvolvimento de SistemasTecnólogo2,5 anosDigital (EAD), Semipresencial, Presencial
Automação IndustrialTecnólogo2,5 anosDigital (EAD), Semipresencial
Banco de DadosTecnólogo2,5 anosDigital (EAD), Semipresencial
Ciência de DadosTecnólogo2,5 anosDigital (EAD), Semipresencial
Ciências AeronáuticasBacharelado4 anosPresencial, Semipresencial
Ciências da ComputaçãoBacharelado4 anosDigital (EAD), Semipresencial, Presencial
Defesa CibernéticaTecnólogo2,5 anosDigital (EAD), Semipresencial
Gestão da Tecnologia da InformaçãoTecnólogo2,5 anosDigital (EAD), Semipresencial
Tecnólogo em Games (Jogos Digitais)Tecnólogo2,5 anosDigital (EAD), Semipresencial
RadiologiaTecnólogo3 anosPresencial
Redes de ComputadoresTecnólogo2,5 anosDigital (EAD), Semipresencial
Redes de TelecomunicaçõesTecnólogo2,5 anosDigital (EAD), Semipresencial
Sistemas de InformaçãoBacharelado4 anosDigital (EAD), Semipresencial, Presencial
Sistemas para InternetTecnólogo2,5 anosDigital (EAD), Semipresencial

Entre os cursos mais promissores estão Ciência de Dados, Defesa Cibernética e Jogos Digitais. Ciência de Dados, por exemplo, está em alta demanda em diversos setores, do mercado financeiro ao varejo. Defesa Cibernética segue a tendência global de preocupação com segurança digital, uma área crítica para empresas e governos. Já o curso de Jogos Digitais se destaca por unir criatividade e tecnologia em uma indústria bilionária em expansão. Todos esses cursos podem ser cursados no formato digital, o que amplia o acesso a estudantes de todo o país, sem perder a qualidade do ensino.

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